Oi pessoal, bom dia. Só para compartilhar previamente o que ainda pretendo explorar em outros conteúdos que vou criar tanto para o Vida Organizada quanto para o GTD Brasil.

Terminei a leitura do recém lançado livro do Ryder Carroll, sobre o método bullet journal, e faz tempo que queria fazer um teste mais a sério a fim de conciliar o método com o método GTD.

Fez grande diferença ler o livro, pois percebi que nunca tinha compreendido a prática do método dele completamente, e sim apenas fragmentos. O livro ajuda a ter a visão completa, além de ser muito bem escrito.

Estou fazendo testes para poder afirmar algumas coisas para vocês. É importante testar pelo menos uns 3 meses antes de personalizar, então peço que aguardem, mas já posso ir dizendo que o melhor ganho, para mim, é o usar um meio analógico para registro. Usar uma ferramenta analógica para refletir sobre a vida tem sido muito valioso. Obviamente que, nesses anos todos, e antes de a gente ter dispositivos como smartphones, eu usei durante muito tempo o GTD em ferramentas analógicas, mas retornar depois de tantos anos tem sido bem bacana.

Vale dizer que não estou usando para organização, e sim mais para registro diário mesmo. Para organização, considero as ferramentas digitais imbatíveis. Mas pretendo mostrar futuramente como você pode organizar no BuJo.

Um dos pontos mais importantes do método do bullet journal é você ter que reescrever as coisas que precisa fazer. Essa prática, que pode parecer retrabalho (e é), na verdade tem um propósito: fazer você executar rápido aquilo ou simplesmente eliminar da sua vida, porque você percebe que não é tão relevante assim. Ou seja, se você acha que vale a pena fazer, vale a pena reescrever, e assim você pensa melhor sobre a sua própria vida e o seu tempo.

Um segundo ponto que me pegou de jeito para querer fazer esse negócio foi pensar no bujo não como uma ferramenta de organização, mas como uma ferramenta de registro. Você cria registros da sua vida para poder revisar depois. Apesar de conseguirmos fazer isso com tecnologia, pelo menos para mim, fazer no papel é bem mais legal e visível.

Recomendo muitíssimo a leitura, que já tem versão traduzida. Mesmo para quem não tem interesse no método do bujo em si, o autor traz várias reflexões e bons insights sobre produtividade, que recomendo a todos.

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